quarta, 13 de fevereiro de 2019 - 17:22h
DELEGACIA DE ENTORPECENTES PRENDE DOIS HOMENS E APREENDE “SKANK” E ARMAS EM SANTANA
Meio quilo de “Skank”, porções de “crack”, dois revólveres e munições intactas foram apreendidos.
Por: Izael Marinho
Foto: Acervo DTE

Agentes da Delegacia Especializada de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), da Polícia Civil do Amapá, prenderam em flagrante nesta quarta-feira, 13, em Santana, um homem cuja identidade está sendo mantida em sigilo (das iniciais E.T.S.L.), de 41 anos de idade, por porte ilegal de armas de fogo e munição.

O homem acabara de chegar da cidade de Santarém, no Pará, e estava portando dois revólveres calibre 38 e 16 munições intactas. O preso é morador da “Baixada do Ambrósio”, em Santana.

Também em Santana, os agentes da DTE prenderam outro homem, das iniciais M.C.S.B., de 32 anos, por tráfico de drogas.

Segundo o delegado de Polícia Civil Sidney Leite, titular da DTE, que comandou as duas ações, o indivíduo foi preso quando fazia a entrega de “Skank“ (uma espécie de supermaconha) em uma região da cidade.

“Em sua casa foram encontrados mais meio quilo dessa mesma droga e diversas pedras de ‘crack’. A prisão desses dois elementos reforça o compromisso da Polícia Civil na defesa da sociedade”, afirmou o delegado.

SKANK: A SUPERMACONHA

A droga apelidada de “Skank” (também conhecida como supermaconha ou “skunk”) é mais potente que a maconha convencional. Ambas são retiradas da espécie “Cannabis sativa” e possuem em suas composições o mesmo princípio ativo, o THC (Tetra-hidro-canabinol).

O que torna o “Skank” uma forma mais concentrada de entorpecente é que a droga é proveniente do cultivo da planta em laboratório. O preparo dela para obtenção do “Skank” é feito em estufas com tecnologia hidropônica (plantação em água).

Segundo estudos, no “Skank” há um índice de THC sete vezes maior do que na maconha, chegando a uma porcentagem 17,5%, sendo que na maconha é de 2,5%. Com isso, a quantidade necessária para entorpecer o indivíduo é bem menor.

Os cientistas alertam que seu uso leva a alterações da serotonina e da dopamina no organismo, fazendo com que o indivíduo tenha dificuldades de concentração por provocar danos aos neurônios. Causa também lapsos de memória e afeta a coordenação motora.

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